22 de Dezembro de 2008

 

O  Menino já nasceu,
Deixai-o estar sossegado
Na sua caminha de oiro
Com a mãe e o pai ao lado!

Vai-te embora rouxinol
P’ra longe desse loureiro,
Deixa dormir o Menino
Que está no sono primeiro!

Tu também, ó cotovia,
Já são horas de parar!
Se não paras, o Menino
Não tarda, vai acordar!

E tu, ó melro atrevido,
Que te escondes no silvado,
Vem só cantar ao Menino
Quando estiver acordado!

O Menino dorme, dorme,
Naquele sono profundo...!
Quando mais logo acordar
Vai sabê-lo todo o mundo!


 Alexandre Parafita
in “Histórias de Natal contadas em verso”, Âncora Editora, 2000

publicado por António Oliveira às 21:27

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